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endereço

Est. Santa Marinha, s/nº, Gávea, Rio de Janeiro, RJ

Horário de funcionamento

terça à domingo | 9h às 16h | última entrada 15h30

Ingressos

O museu é livre e gratuito.

O período entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX foi testemunha de uma série de mudanças nas diversas esferas da vida cotidiana

O Rio de Janeiro vivia a belle époque, uma época marcada pela efervescência cultural e o florescimento das artes, pelo crescimento urbano e pelo cosmopolitismo. Seu centro propulsor era Paris.

O Brasil não passaria ileso por essa ebulição. O país deveria modernizar-se segundo o padrão francês de civilidade. O Rio de Janeiro, então capital federal, era a vitrine do país; deveria exibir a modernidade e o progresso que desejava alcançar. Contudo, a realidade carioca denunciava o seu atraso com os graves problemas sociais e sanitários e com a estrutura urbana precária, agravada pelo crescimento desordenado.

Para reverter esse cenário, pôs-se em marcha a reforma urbana planejada pelo engenheiro e prefeito Francisco Pereira Passos. Voltado, essencialmente, para a área central da urbe, seu plano urbanístico se inspirava no projeto de remodelação de Paris, executado por Georges-Eugène Haussmann e caracterizado pela abertura e pelo alargamento de ruas, e pela construção de grandes avenidas e bulevares.

Os motes da reforma eram o saneamento, o ordenamento e o embelezamento do espaço urbano. Seu mais importante símbolo foi a abertura da avenida Central, atual Avenida Rio Branco, transformada no principal cartão-postal da cidade.